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sábado, 23 de julho de 2011

COMUNICADO IMPORTANTE!

Bem, eu fiquei meia perdida nesta fanfic, KKK, fiquei muito tempo sem postar, então, decidi criar outro blog, e começar outra fanfic nele. Aqui está o URL: http://prasemprejemi.blogspot.com/
Gostaria que vocês dessem uma olhada lá, e começassem a me seguir naquele blog.
Comentem, e se vocês não gostarem, continuarei postando aqui. 
Obrigada pela atenção, beijinhos.
Barbara.

sábado, 9 de julho de 2011

Nosso amor é preciso. - 2° Capítulo - 4ª Parte.

Eu não sei por que, mas eu queria fugir para algum lugar. Qualquer lugar. Eu estava transtornado. Talvez, fosse ficar louco. Estava estranho. Meu coração estava quebrado. Eu estava com uma culpa na consciência. Eu precisava ter outra conversa com Nick.
Minha cabeça estava estalando, e finalmente, consegui voltar a dormir.
Acordei eram seis horas da manhã. Fui ao banheiro, desci, tomei um copo d'água, e voltei para o meu quarto. Liguei o computador, e entrei no messenger.
Para minha alegria, Miley estava conectada.
 - OOOOOI. - ela veio falar comigo.
 - oi. - respondi, sem ânimo.
 - Nossa... Que animação em Joseph! 
 - Me deixa, Cyrus.
 - Nossa... Aconteceu alguma coisa que eu deva saber?
 - Talvez. Me liga, se puder? 
 - Ok.
De repente, meu telefone tocou. Era Miley.
 - E ai, o que aconteceu? - ela disse. Eu me deitei na cama para falar com ela.
 -  É uma história MUITO longa. Mas enfim... Eu dei um soco no nariz do Nick.
 - Você o que? - ela ficou brava de repente.
 - Eu não aguentei. Ele me estressou. Eu já disse... A história é longa.
 - Eu juro que eu te mato Jonas.
 - Você não vai entender o por que.
 - Não vou e nem quero! Você é louco? Ele... Ele tá bem?
 - Tá... O nariz sangrou um pouco, mas... - ela me interrompeu.
 - Sim, eu te mato.
 - Calma, Miles! Eu vou te explicar tudo o que aconteceu. Mas não agora. Depois da explicação, você vai entender.
 - Aposto que não. Por mais que você ficasse irritado com ele, você NUNCA tinha feito isso!
 - É uma longa história! Ah, quer saber... Tchau, Miley.
 - Agora você vai me ouvir.
 - Não, não vou. Tchau.
 - Joseph! - eu desliguei na cara dela. Pensei que ela fosse me ajudar! Mas sim, eu estava errado.
Joguei meu celular pra longe. Ouvi a bateria se desgrudar dele. Não me importei.
Me cobri ate a cabeça. Estava frio demais. 
De repente, Nick abre a porta do meu quarto.
 - Cara, tá tudo bem? - ele disse, entrando.
 - Eu não sei.
 - Eu ouvi vozes. E... Por que não sabe?
 - Eu to perturbado. Não me desculpo pelo o que fiz com você.
 - Você não precisa disto, cara! Eu já te desculpei, e tá tudo certo. Para de frescura!
 - Não é frescura! Você sempre me irritou as vezes, e eu nunca fiz isso contigo. Me perdoa, cara. Me perdoa.
 - Joe, se acalma! Você tá estranho... Eu vou te dar um calmante. - ele riu.
 - Não é pra tanto, jumento. - eu disse, rindo.
 - Então se acalma! - ele riu. - Já te desculpei, e ponto final. Para de ser louco. - ele riu.
 - O pior é que eu contei pra Miles...
 - E agora ela quer te matar?
 - Pois é.
 - Idiota.
 - Eu achei que ela pudesse me ajudar! Não piorar a situação. 
 - E você quebrou seu celular? - disse ele, pegando-o do chão.
Eu dei um sorriso torto.
 - Idiota.
 - De novo? - eu ri.
 - Você é, fazer o que... - ele riu, saindo do quarto.
Ele fechou a porta, e eu relaxei. Ele já tinha me desculpado, e eu estava com aquilo na cabeça, permanente. Depois que ele disse "já te desculpei" novamente, fiquei realmente aliviado. 
Me levantei, arrumei a cama, e fui tomar um bom banho quente. Me agasalhei, pois estava frio. Desci, e fui tomar café da manhã.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Nosso amor é preciso. - 2° Capítulo - 3ª Parte.

Chegando lá, me joguei na cama. Abracei o travesseiro, e chorei de raiva. Eu não queria ter feito aquilo com o meu próprio irmão. Mas puxa, ele sabia o quanto eu estava obcecado pela Demi... Por mais que isso fosse precoce demais...
Permaneci ali, daquela maneira, por alguns minutos. Depois, tomei coragem, e voltei para a sala. Fui ver Nick.
 - Nick... - eu disse, com medo.
Ele não me respondeu. Só colocava um curativo no nariz.
 - Nick... Desculpa... Tá legal?! Você sabe o quanto estou obcecado por ela... Ok, isso pode ser precoce demais... Afinal, só sonhei com ela... E... - ele me interrompeu.
 - Olha, cara... A culpa também foi minha... De certo modo, eu estava dando em cima dela sim... Ela é muito perfeita, e... Esqueci do fato de você estar gostando dela... Só acho isso um pouco precoce, como você mesmo disse. Você só sonhou com ela... A viu uma vez, e já está desta maneira... 
 - Eu sei, eu sei... E isso não foi motivo pra eu ter feito isto... Você, me desculpa, cara?
 - Qual é... Somos irmãos. - ele sorriu pra mim. Nos abraçamos.
 - Me sinto aliviado. - eu disse, rindo.
 - E eu, perdendo o meu sangue. - ele riu.
 - Não foi tão forte assim.
 - Ah não é? - ele disse. - Queria ver seu nariz sangrando no lugar do meu.
 - Idiota. - eu ri, dando um tapa em sua cabeça.
 - Bom, já tá tarde... Acho melhor, irmos deitar.
 - Ok. - concordei.
Arrumamos tudo, e fomos dormir.
Eu fiquei pensando o tempo todo nela, e enfim, dormi.
Era madrugada quando acordei, com algum barulho que vinha do quarto de meus pais. Pulei da cama, e fui até lá.
 - Oi, pai! - eu disse.
 - Oi filho. - ele respondeu, arrumando as malas.
 - Achei que viesse mais cedo... Vai viajar pra onde? - eu perguntei.
 - Itália. - ele disse.
 - Hm... Legal. - eu ri.
 - Bom, já vou. Até mês que vem, filho. Dê um abraço em Nick por mim.
 - Tá... Né. Tchau, pai.
Enquanto eu voltava para o meu quarto, ele ia para o aeroporto. Eu iria sentir saudades. Ele nunca ficou tanto tempo longe de casa.
Me joguei na cama, novamente, e desta vez, demorei para dormir. Estava atordoado. Sem acreditar naquilo que havia feito com Nick. Eu estava me sentindo culpado.

Nosso amor é preciso. - 2° Capítulo - 2ª Parte.

 - Obrigada rapazes! Hoje foi muito divertido. - ela riu.
 - O que é isso. Tentamos sempre ser legais com os novos vizinhos. - Nick disse.
 - Pois é. - eu completei. Pra falar a verdade, eu estava muito irritado, mas não queria demonstrar isso.
 - Bem, já são dez horas. Acho melhor voltar pra casa. Eu deixei um bilhete, avisando que viria, mas... Minha mãe nunca lê o que eu escrevo! - ela disse. Rimos juntos.
 - Tudo bem então. - eu disse. - Volte sempre que quiser ou precisar. - ela riu.
 - Obrigada! Adorei jantar com vocês hoje... - ela disse, tímida.
Nos despedimos, e ela foi embora.
Me joguei no sofá.
 - Nick, vem cá, preciso conversar contigo.
 - O que foi, cara? - ele disse, se sentando.
 - Você sabe que eu gosto dela, e fica dando em cima da garota! 
 - Cara, você conheceu ela hoje. Você não gosta dela realmente.
 - Você tá duvidando de mim?
 - Estou. Por que você nunca gostou de alguém realmente. Ela é linda. Precisa de alguém melhor do que você.
 - Rá. E você acha que você, é o melhor pra ela? - eu disse, aumentando o tom de voz.
 - Talvez. Eu consigo amar de verdade.
 - E você acha que eu não?
 - Não.
 - Eu amo os nossos pais! - eu disse, irritado.
 - Eles não contam, Joseph! Cara, você NUNCA vai se casar.
 - Tem certeza disso? 
 - É óbvio. Ninguém vai querer ficar com um cara sacana, que não ama ninguém realmente.
Eu não me segurei. Dei um soco no rosto de Nick. O soco, acertou seu nariz, e ele começou a sangrar.
 - Você é louco cara? - ele disse, tampando o nariz com a mão.
 - Eu... Eu não queria fazer isso, cara... Eu...
 - Você é sacana mesmo. Some da minha frente Joseph. 
 - Você sabe o quanto estou obcecado pela Demi. Você ficou dando em cima dela o tempo todo! Queria o que?
 - Eu já disse... Você a conheceu hoje.
 - Eu... Eu vou pro meu quarto. - eu devia estar em outro planeta. Eu jamais tinha feito isso com alguém.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Nosso amor é preciso. - 2° Capítulo.

Voltei pra casa, radiante. Nick percebeu que ela viria. Estava escrito em meu sorriso.
 - Te falei, cara. - ele disse, convencido.
 - AAAAH. Isso é demais pra ser real, cara! - eu gritei.
 - Perguntou o nome dela? - ele disse.
 - Não...
 - Idiota. - ele riu.
 - Mas vou perguntar quando ela vier pra cá! - eu ri.
 - Você é incrível. - Nick disse, revirando os olhos.
De repente, a campainha tocou. Fui correndo atender, obviamente.
 - Oi. - era ela, sorrindo. Ela estava maravilhosa.
Olhei para Nick, e ele estava de boca aberta. Surpreso.
 - Oi! - eu disse, a cumprimentando.
Ela parecia feliz.
 - Desculpe, com todo esse tumulto... Nem perguntei seu nome. - eu ri, e ela também.
 - Demetria. Mas pode me chamar de Demi. E você...? - ela perguntou, sorrindo.
 - Joseph. Mas me chame de Joe, por favor.
 - Bem, Joe... - ela riu. - Obrigada por me convidar. - ela sorriu.
 - Não há de que. - eu ri. - Bem, esse, é o meu irmão, Nick.
 - Olá. - Nick a olhava intensamente enquanto a cumprimentava. Eu não fiquei feliz com isto.
 - Olá. - ela disse, sorrindo.
 - Vamos, Demi. Sente-se. - eu a acompanhei até o sofá.
 - Obrigada.
 - Bem, O que está achando daqui? - Nick perguntou, se sentando conosco.
 - É um lugar lindo. Muitas praças, campos... O ar é suave, limpo. Bem diferente da minha antiga cidade. - ela riu. - Estou satisfeita em estar aqui. - ela era tímida. Linda.
 - Bem... Seja bem vinda. Você... E sua família. - ele disse.
 - Obrigada. - ela riu. - Vocês são legais. - sorriu, tímida.
 - Você também. - eu disse, olhando intensamente para ela.
A campainha tocou. Era a pizza que havia chegado.
 - Bem, vou pegar a pizza. - Nick disse.
 - Você gosta de pizza de Mussarela? - eu perguntei a ela.
 - Claro, claro! - ela disse, sorrindo.
 - Não é boba, am... - eu disse. Ela gargalhou.
 - Está quentinha! - Nick disse, entrando em casa, novamente.
Jantamos, e a conhecemos um pouco mais. Com certeza, eu estava apaixonado por ela.

Nosso amor é preciso. - 1° Capítulo - 10ª Parte.

Enquanto guardávamos os mantimentos no lugar certo, puxei assunto com Nick.
 - Cara, você precisa ver ela. Ela é simplesmente perfeita! - eu disse.
 - Calma, Joe. - ele gargalhou.
 - Eu não to me aguentando, cara! - eu ri.
De repente, o telefone tocou. Nick foi correndo atender.
Quando ele desligou, perguntei:
 - Quem era? - eu continuava guardando as coisas.
 - Mamãe! 
 - O que ela queria? - eu perguntei.
 - Ligou para avisar que vai passar mais dois dias na casa da titia, e que o papai, só vai voltar para casa para arrumar as malas. Ele vai fazer uma viagem de negócios. Ou seja, TEMOS A CASA SÓ PRA NÓS! - ele disse, fazendo a dancinha da vitória. Pois é.
 - UOOOOU! - eu disse, o acompanhando.
Guardamos tudo, e já era noite. Fui tomar banho, Nick, em seguida, e depois, pedimos uma pizza para o jantar.
Enquanto arrumávamos a mesa, Nick perguntou:
 - Por que você... Não chama a vizinha nova para vir jantar com agente?
 - Será que ela vai aceitar? Sei lá... Talvez ela ache que é muita ousadia nossa.
 - Nada a ver. Você só vai estar sendo gentil. - ele disse, rindo. - Não custa tentar. - ele completou.
 - É... Eu vou lá.
 - Corre, antes que a pizza chegue! - ele disse, rindo e gritando, enquanto eu ia lá pra fora.
Calma Joe, é simples... Eu disse, pra mim mesmo.
Eu toquei a campainha, e ela atendeu.
 - Oi... - eu disse, sem jeito.
 - Oi! - ela ficou surpresa ao me ver ali.
 - Então... Pode parecer louco, mas... - ela riu. - Eu vim aqui perguntar se... Se você não quer comer uma pizza, comigo e com o meu irmão... - eu estava ficando vermelho.
 - Bem... Minha mãe e minhas irmãs saíram... Então, acho que não tem problema algum. Eu vou! - ela sorriu.
 - Uou! - eu gritei. - Quer dizer... Que bom.. Que bom... - eu me contive. Ela riu.
 - Bem, vou me arrumar, e já vou. - ela disse, sorrindo.
 - Tudo bem, tudo bem. - eu disse.
 - Tchau, até logo. - dissemos um ao outro.

Nosso amor é preciso. - 1° Capítulo - 9ª Parte.

Fechei a porta e me sentei no sofá, novamente. Eu estava sem ação. Aquela garota que havia aparecido ali, há poucos instantes, tinha mexido profundamente comigo. Ela me parecia familiar, eu só conseguia sentir isso.
Coloquei as duas mãos na cabeça, e comecei a pensar na garota dos meus sonhos. Me lembrei muito bem de sua fisionomia, e então, me dei conta de que aquela garota, a nova vizinha, era aquela que invadia os meus sonhos toda a noite. 
Me levantei do sofá e comecei a pular feito um idiota, no meio da sala. Eu estava feliz demais para me conter. Eu estava apaixonado, com toda a certeza. E a garota que eu pensei que não existia, havia virado a minha vizinha! 
Me joguei no chão, e fechei os olhos, me lembrando do que Nick havia dito. Ele estava certo. Os sonhos, estavam querendo me mostrar algo mais. A garota dos meus sonhos, estava vindo até a mim. Eu estava explodindo.
Jogado no chão, em meio a sala, pensando naquela linda garota, me dei conta de que não perguntei seu nome. O choque foi forte demais.
Me levantei, e fui obrigado a me deitar no sofá. Eu precisava me acalmar. Isso jamais tinha acontecido comigo. Eu me surpreendi.
Após alguns minutos, Nick havia voltado do super mercado. Ele me viu deitado, ali no sofá, com um sorriso no rosto, e impressionado, perguntou:
 - Que foi, cara? Tá... Feliz. - ele disse, me olhando com uma cara estranha.
 - Você não vai acreditar no que aconteceu, meu. AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! - eu dei um grito, estrondoso.
 - Eu não vou ficar sabendo de nada mesmo, se você estourar os meus tímpanos.
 - Engraçadinho. - eu respondi.
 - Mas tá, fala o que aconteceu. - ele disse, deixando as compras na mesa, e se sentando ao meu lado.
 - Sabe a garota... Dos meus sonhos?
 - O que que tem? Sonhou com ela de novo? - ele perguntou.
 - Melhor. Ela apareceu na minha frente. - eu disse, sorrindo maliciosamente.
 - An?
 - Ela é real, cara! REAL! Ela é a nossa nova vizinha! Ela é REAL! 
 - Não viaja! - ele disse.
 - Não to viajando, meu. Eu sei que é ela, eu sei! 
 - Uau! - ele ficou surpreso. - Eu te disse que os sonhos... - eu o interrompi.
 - Poderiam estar querendo me mostrar algo mais. Eu sei! - eu estava feliz demais.
 - Vai em frente, tigrão. - ele disse, rindo.
 - É... Um probleminha... - eu disse.
 - O que? 
 - Não perguntei o nome dela.
 - Idiota. - Nick disse, me dando um tapa na cabeça, e indo para o quarto.
 - Qual é?! Ela é linda demais. - eu disse, rindo.
Depois, ajudei Nick a guardar as compras.