Ela olhou novamente para os meu olhos e sorrindo, disse:
- É bom estar aqui com você, Joe. - eu não tinha ideia de como ela sabia o meu nome.
Eu coloquei uma das mãos em seu rosto, e em seguida, alguns fios de seu cabelo atrás da orelha. Ela fechou os olhos, e encostou a cabeça em meu peito.
- Como você... - eu disse, sem terminar a frase.
- Como eu o que? - ela riu.
- Ah, deixa pra lá.
- Rá, agora fala! - ela se afastou de mim, cruzando os braços.
- Ficou estressadinha, é? - eu ri.
- Sem essa Joseph. Você sabe o quanto eu odeio, quando você me esconde as coisas.
- Você fica extremamente linda, irritada. - eu ri. Ela se virou de costas para mim.
Eu me aproximei e segurei sua cintura, a abraçando e beijando seu pescoço.
- Até que você não me diga o que queria dizer, eu não falarei com você. - ela permanecia de braços cruzados.
- Sempre que eu seguro em sua cintura e beijo o seu pescoço você volta pra mim. - eu disse, com voz de choro.
- Como assim "volto pra você"? - ela descruzou os braços.
- Você fica de bem, novamente, comigo. - eu sorri de um jeito malicioso.
- Idiota. - ela se virou para mim, olhando bem fundo em meus olhos.
- Insistente.
- Insuportável.
- Linda. - eu olhava intensamente em seus olhos.
- Você não consegue me xingar. Eu sou melhor do que você, nisso. - ela sorriu maliciosamente.
- Fazer o que. - eu olhei para o alto. Ela começou a gargalhar.
Ela me olhava de uma maneira intensa, e que me fazia ficar cada vez mais apaixonado por ela.
- Eu te amo, Joe. - ela disse.
- Eu te amo. - e eu segurei em suas mãos.
Quando eu ia beijá-la novamente, e talvez dizer o seu nome, eu acordei.
Era sempre assim quando eu sonhava com alguém.
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